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Amanda Fernandes dos Santos - Libertação - Rio de Janeiro-RJ

“O nome desta Igreja já diz tudo. Ela trouxe-me paz e vida, porque eu nasci de novo. Desde os meus 13 anos eu via a vida do meu pai como alcoólatra. Mas para a glória de Deus, há 2 meses ele não coloca álcool na boca.

Mas antes disso, eu passei toda a minha vida no mundo. Eu conheci a noite, o funk e ali comecei a dançar pelos palcos. Eu não obedecia mais aos meus pais. Na noite, o inimigo reinando, eu conheci o vício, a droga. Primeiro, eu conheci o cigarro, depois a maconha e cada vez que eu ia para estes bailes funk mais drogas eu queria.

Eu via todo o sofrimento da minha mãe, porque o meu pai chegava em casa bêbado, xingando ela e eu assistia à luta dela com ele. Ele passava mal e ela tinha que limpar os vômitos dele. Aquilo me dava raiva e me jogava cada vez mais para o mundo. Das drogas eu fui para o homossexualismo. Eu dizia que se um dia saísse daquilo, teria vergonha de falar. Mas a vergonha não é de Deus e hoje eu dou este meu testemunho.

Do homossexualismo eu fui para a cocaína e cada vez mais e mais me afundava. Eu tirava dinheiro da minha mãe. Eu mentia para ela, porque eu sempre a amei e não queria que ela soubesse que eu estava nas drogas. Eu saia do trabalho e ia me drogar; ficava sexta, sábado e domingo em rodinha de ‘amigos’ só fumando maconha, em balada e em homossexualismo. Eu achava que tinha muitos amigos, mas não tinha nenhum.

Até que um dia eu sofri um acidente. Eu conheci uma menina, fiquei com ela, saímos e o carro em que nós estávamos bateu. Eu olhei para ela e o seu rosto estava todo ensangüentado. Com muita dor no braço, eu saí do carro e tentei tira-la correndo. Era noite e ela pedia para eu não chamar a polícia porque o carro era do seu namorado e ele era um indivíduo mau. Naquela hora eu entrei em desespero.

Ela ligou para ele, que foi até o local e disse que eu deveria dar-lhe 500 reais até o dia seguinte, senão ele me mataria. Eu fui para casa desesperada. Foi naquele dia que minha família soube de todas as coisas ruins que eu praticava.

Eu pedi as contas do meu serviço para dar os 500 reais àquele homem e continuar viva. Mesmo assim, ele me mandou sumir de onde eu morava. Então, eu conheci outra menina que era de São Paulo. Ela me chamou para ir para a casa dela e eu fui. Chegando lá, eu descobri que a família inteira dela era da Paz e Vida.

Vendo todas aquelas pessoas me tratando bem, dizendo que me amavam. Eu fiquei surpresa e muito feliz. Como eu não podia fazer nada na frente deles, estava afastada de tudo, comecei a ter as minhas abstinências. Eu ia para a Igreja, mas sentava no último banco. Eu trancava o meu coração e ia embora.

Um dia eu ouvi a Palavra, já tinha até emprego por lá, mas decidi arrumar as minhas coisas e ir para a Bahia e depois para o Piauí. Eu passei fome e frio e quando voltei para São Paulo, decidi voltar para o Rio.

Mais uma vez eu caí nas drogas e fiquei totalmente transtornada. Fiquei literalmente no lixo. Então, a família da Paz e Vida me chamou novamente e eu retornei a São Paulo. Lá, o Pastor começou a profetizar a minha vida inteira. Ele dizia que lá havia uma visitante que sempre assistia aos cultos e que Deus estava me chamando, que eu deveria sair da lama. Porém, eu insistia que aquilo não era comigo.

Um dia, eu disse que se Deus estava falando comigo, que Ele viesse diretamente a mim para dizer tudo aquilo. Então, o Pastor chamou a todos para a frente do púlpito para fazer uma oração. Eu senti o meu corpo como se estivesse sendo levantado por alguém e fui até o púlpito. Naquele momento, o Pastor veio até mim, colocou a mão sobre a minha cabeça e disse que Deus estava me libertando naquele momento de todos os meus vícios e de todo o meu homossexualismo, e que eu não era daquele jeito, que Deus me ama e me faz nova criatura. Naquele dia eu entreguei meu coração e aceitei a Jesus.


Eu dizia que não voltaria mais ao Rio, porque estava bem em São Paulo. Mas Deus profetizou novamente na minha vida e disse que o Rio de Janeiro era o meu lugar e que a minha família precisava de mim. Ele disse que através de mim Ele fará muitas coisas na minha família. Eu creio nisso.Do fundo do meu coração eu digo: se alguém acha que a vida acabou, que está na lama, não creia. Porque eu andava de calça caída e boné para trás e dizia para a minha mãe que ela não tinha uma filha, mas um filho. Isso é do inimigo. Deus está sempre com a gente. Foi Ele quem me tirou lá da lama. Todas as vontades da carne caíram por terra, por causa do jejum de uma pessoa que nem me conhecia direito. Hoje eu me sinto a pessoa mais amada do mundo. Eu estou nos braços do meu Pai”.

E o Pastor Vítor Leandro, da Paz e Vida em Bangu, no Rio de Janeiro, profetizou que o testemunho de Amanda ganhará milhares de outras vidas, além da família dela.

 

 

 

 


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