“Eu
tenho um filho que nasceu com Síndrome de Down. Um dia, eu
soube que a pessoa que tem sangue tipo A - (negativo) tem uma probabilidade
muito grande de ter filhos com Síndrome de Down. Aquilo me
deixou preocupado, com medo de ter outros filhos com o mesmo problema.
Aqui na igreja, participando de campanhas, eu coloquei diante de
Deus esta minha ansiedade. E aqui, eu ouvi que o Senhor tira da
gente tudo aquilo que impede o nosso sono, que nos preocupa.
Meu
filho down tem 15 anos. Após a campanha em que eu entreguei
esta minha ansiedade a Deus, eu passava pelo posto da Polícia
Rodoviária, onde estavam fazendo um check-up nos motoristas.
Eu fui parado e na primeira mesa em que me sentei, o exame era para
verificar o meu tipo sangüíneo. O rapaz perguntou o
meu tipo e eu disse que era A negativo. Então, ele disse
que pessoas com este tipo de sangue têm maior chance de ter
filhos com problemas. E eu admiti que tenho um filho down. Mesmo
assim, ele tirou o meu sangue para fazer o teste. Na primeira placa
ele confirmou que era A. E pegou a segunda placa para ver o fator
Rh. Ele, então, pediu para furar o meu dedo novamente porque
havia dado algo diferente. Ele pegou mais uma gota do meu sangue
e disse que eu estava enganado, que meu sangue não era A
negativo, mas A positivo. Eu não entendia, porque já
havia feito dois exames que deram fator Rh negativo. Um dos exames
que haviam acusado negativo foi um exame de admissão, coisa
séria.
Eu
comentei a mudança do meu sangue com um enfermeiro que trabalha
comigo e ele disse que poderia ter sido um erro da Polícia,
porque estes exames feitos na mesma hora dão muitos erros.
No dia seguinte, fui fazer outro exame e após 10 dias fui
pegar o resultado. Abri o laudo tremendo, porque eu já havia
espalhado aqui na igreja o que havia acontecido. E quando olhei
o resultado, estava lá: A +. Deus mudou o meu sangue.
Eu
estou muito feliz com o que o Senhor fez na minha vida. As pessoas
podem vir confiantes à Paz e Vida, porque também serão
libertas”.
Testemunho de Gilmar
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