“Eu
vim à Paz e Vida depois que eu recebi a minha cura. Eu tive
um problema, levei um tombo e fiquei impedida de andar. Em nenhum
momento eu aceitava aquilo, eu clamava ao Senhor, porque eu sabia
que aquilo não era de Deus.
Eu
quase não dormia à noite, porque eu só ficava
ouvindo a Palavra e orando. Fiquei mais de um mês sem andar.
Então, eu vivia à base de remédios que já
estavam me fazendo mal. Eu decidi agüentar a dor sem remédios.
Não conseguia mais botar as pernas no chão, nem pentear
cabelo, tinha dificuldades para tomar banho e até comer eu
não conseguia mais. O corpo todo ficou muito debilitado.
Eu sentia que aquilo não era uma coisa de Deus; era algo
que veio para me despertar. Mas eu continuei clamando ao Senhor,
porque eu sabia que Ele poderia fazer coisas impossíveis.
Eu vivia orando e orando.
Na
noite de uma quinta-feira, por volta da meia-noite, eu estava meio
sonolenta e de repente ouvi um testemunho, através do programa
da Paz e Vida no rádio. A irmã dizia que teve um problema
de saúde e que também não estava andando, uma
situação parecida com a minha. Aquilo me despertou,
eu fiquei ligada naquele testemunho. Minha fé foi edificada
na hora. E cada vez mais eu clamava a Deus, porque eu acreditava
que aquela bênção também viria para mim.
De repente, o Pastor falou, ‘quem está aqui pode chegar
mais à frente e os que estão em casa dobrem seus joelhos
e vamos ficar na mesma fé’. Eu consegui descer da cama
bem devagar e dobrar os meus joelhos. Quando eu dobrei os joelhos,
eu chorei e clamei muito ao Senhor. Quando o Pastor terminou a oração,
me deu vontade de ir ao banheiro, uma distância de 50 metros
e eu fui andando. Quando eu consegui botar o pé no chão
pra andar até o banheiro, eu já disse: Jesus me curou!
Então, feliz com a cura, eu pensei em procurar a Paz e Vida,
porque esta bênção que eu recebi edificará
a vida de muitas pessoas.
Só
por ouvir um testemunho na rádio, eu tomei posse e recebi
a cura. Eu creio que, agora, o meu testemunho pode edificar a vida
de muitas pessoas. Jesus fez isso em minha vida”.
Testemunho de Sônia
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